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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O Relatório da OCDE que não o é...

http://www.profblog.org/2009/01/o-relatrio-dito-da-ocde-foi-encomendado.html
” Chamo a atenção para o equívoco que a Comunicação Social tem divulgado. O estudo não é da OCDE. É desenvolvido por um grupo de peritos “liderado por Peter Matthews” e segue os critérios (”metodologia e abordagem”;) da OCDE. E foi solicitado pelo ME, que, para abonar a credibilidade, assegura que foi elaborado por uma equipa de peritos internacionais de independentes (para quê referir expressamente “independentes”?!). E baseia-se nas informações fornecidas pelo ME. Tudo isto se lê na página derosto do ME, de que transcrevo o seguinte: “Solicitado pelo Ministério da Educação (ME), este estudo corresponde a uma avaliação intermédia, realizada durante a fase de implementação das reformas, com o objectivo de verificar se as medidas desenvolvidas estão a atingir os resultados previstos e se as estratégias adoptadas devem ser ajustadas em função da experiência. Liderada pelo professor Peter Matthews, esta avaliação seguiu a metodologia e a abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros, ao longo dos anos, com resultados positivos”. Abílio Carvalho ”

Ler o relatório e mais informações no blogue www.profblog.org

E abram esses olhos, os que ainda andarem com eles fechados!!!... que isto é muito grave!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Afinal a culpa foi de D. João VI - Nuno Pacheco


In "Público" desta semana, um dia destes ...
E ainda a propósito, no DN online
AS CONTAS E OS NÚMEROS DO ACORDO ORTOGRÁFICO
António Emiliano
Linguista - Universidade Nova de Lisboa
único documento oficial favorável ao Acordo Ortográfico de 1990 (AO) que se conhece é a "Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990)" (anexo II do AO). Essa Nota contém, para além de múltiplas deficiências técnicas, lacunas graves: menciona estudos preliminares que ninguém viu e que não estão disponíveis, e refere dados quantitativos que ninguém pode verificar.
A Nota Explicativa defende, nomeadamente, o baixo impacto das mudanças ortográficas através de percentagens (menos de 2% de palavras afectadas pelo AO) calculadas a partir de uma lista de 110 mil palavras (de estrutura e composição desconhecidas) pertencentes ao "vocabulário geral da língua", ignorando a) as frequências das palavras, b) as formas flexionadas das mesmas e c) a possibilidade de todas as palavras afectadas formarem combinatórias com outras, i.e., termos complexos, designações complexas, etc. É uma avaliação desprovida de método rigoroso e de base científica séria: a consideração eventual das frequências, das flexões (cada verbo tem mais de cinquenta formas distintas), das prefixações (atestadas e virtuais) e das combinatórias alterará radicalmente os números do impacto ortográfico do AO.
Ler notícia completa aqui:
E depois uma pessoa ainda se espanta com certas decisões, promulgações etc. e tal, não é?