quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Mensagem de uma Ministra da Educação
e respectiva avaliação recebida por mail
Então, vou proceder à avaliação (já que está tao na moda) deste lindo discurso (escala de 0 a 20):
- organização e estrutura: 13
- enquadramento do tema: 9
- fluência do discurso: 8
- qualidade do conteúdo técnico/científico: 5
- adaptação do discursos à realidade: 1
- influência que este vídeo terá nos alunos: -3
- influência que este vídeo terá nos professores - nao há pontuação, mas talvez muitos pensem em interná-la numa instituição de saúde (mental)
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
via www.portadaloja.blogspot.com
Sua Inocência e dona Complacência
Esta crónica de Manuel A. Pina, no Jornal de Notícias, via InVerbis, merece leitura:
A entrevista “non stop” que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer “serviço público”.
Desta vez, o “serviço” foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.
Tudo embrulhado no jornalismo de regime, inculto e superficial, de Fátima C. Ferreira, agora em versão tu-cá-tu-lá (”Queres fazer-lhe [a uma das vítimas] alguma pergunta, Carlos?”). O “Prós & Contras” só não ficará na História Universal da Infâmia do jornalismo português porque é improvável que alguém, a não ser os responsáveis da RTP, possa chamar jornalismo àquilo.
Manuel António Pina Jornal de Notícias 08.09.2010
Minha opinião:
Não gostei de nenhum dos intervenientes , incluindo José Manuel Fernandes, que se sujeitou a ser o interrogador de serviço do Bernardo...e me desiludiu profundamente ter-se dado a esse papel, como que a quererem encontrar-lhe uma palavra para o incriminar, nunca ninguém antes dele tinha sido posto na situação em que Fátima Campos Ferreira o colocou, dar hipóteses aos comentadores de lhe fazerem perguntas, foi um abuso, Fátima Campos Ferreira exagerou mais ainda do que é costume na lavagem da imagem de certas personagens, do seu colega em particular, o programa foi para esse efeito, e José Manuel Fernandes ajudou, já nem falo no bastonário e no senhor do bloco ...uns falavam do que não deviam por dever deontológico, outros do que não sabiam, mas que se querem defensores de uma verdade que só eles conhecem...
Foi escandaloso, como escandalosas foram todas as entrevistas que estes srs. condenados e seus advogados deram a todos os órgãos de comunicação social que os quiseram ouvir...
Sua Inocência e dona Complacência
Esta crónica de Manuel A. Pina, no Jornal de Notícias, via InVerbis, merece leitura:
A entrevista “non stop” que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer “serviço público”.
Desta vez, o “serviço” foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.
Tudo embrulhado no jornalismo de regime, inculto e superficial, de Fátima C. Ferreira, agora em versão tu-cá-tu-lá (”Queres fazer-lhe [a uma das vítimas] alguma pergunta, Carlos?”). O “Prós & Contras” só não ficará na História Universal da Infâmia do jornalismo português porque é improvável que alguém, a não ser os responsáveis da RTP, possa chamar jornalismo àquilo.
Manuel António Pina Jornal de Notícias 08.09.2010
Minha opinião:
Não gostei de nenhum dos intervenientes , incluindo José Manuel Fernandes, que se sujeitou a ser o interrogador de serviço do Bernardo...e me desiludiu profundamente ter-se dado a esse papel, como que a quererem encontrar-lhe uma palavra para o incriminar, nunca ninguém antes dele tinha sido posto na situação em que Fátima Campos Ferreira o colocou, dar hipóteses aos comentadores de lhe fazerem perguntas, foi um abuso, Fátima Campos Ferreira exagerou mais ainda do que é costume na lavagem da imagem de certas personagens, do seu colega em particular, o programa foi para esse efeito, e José Manuel Fernandes ajudou, já nem falo no bastonário e no senhor do bloco ...uns falavam do que não deviam por dever deontológico, outros do que não sabiam, mas que se querem defensores de uma verdade que só eles conhecem...
Foi escandaloso, como escandalosas foram todas as entrevistas que estes srs. condenados e seus advogados deram a todos os órgãos de comunicação social que os quiseram ouvir...
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quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Lista de todas as escolas que vão fechar, concelho a concelho
Guarda (concelho)
Escola Básica do 1.º Ciclo de Valhelhas
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vale de Estrela
Escola Básica do 1.º Ciclo de Carvalheira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Aldeia Viçosa
Escola Básica do 1.º Ciclo de Cavadoude
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vila Cortês do Mondego
Escola Básica do 1.º Ciclo de Cubo
Escola Básica do 1.º Ciclo de Castanheira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Arrifana
Escola Básica do 1.º Ciclo Outeiro São Miguel
Escola Básica do 1.º Ciclo de Rapoula
Escola Básica de Vila Fernando, Guarda
Escola Básica de Rochoso, Guarda
Escola Básica de Videmonte, Guarda
Escola Básica de Maçainhas, Guarda
Escola Básica de Pêra do Moço, Guarda
Escola Básica Casa de Trabalho Jesus Maria José, Rochoso, Guarda
Escola Básica do 1.º Ciclo de Valhelhas
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vale de Estrela
Escola Básica do 1.º Ciclo de Carvalheira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Aldeia Viçosa
Escola Básica do 1.º Ciclo de Cavadoude
Escola Básica do 1.º Ciclo de Vila Cortês do Mondego
Escola Básica do 1.º Ciclo de Cubo
Escola Básica do 1.º Ciclo de Castanheira
Escola Básica do 1.º Ciclo de Arrifana
Escola Básica do 1.º Ciclo Outeiro São Miguel
Escola Básica do 1.º Ciclo de Rapoula
Escola Básica de Vila Fernando, Guarda
Escola Básica de Rochoso, Guarda
Escola Básica de Videmonte, Guarda
Escola Básica de Maçainhas, Guarda
Escola Básica de Pêra do Moço, Guarda
Escola Básica Casa de Trabalho Jesus Maria José, Rochoso, Guarda
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sábado, 31 de julho de 2010
GUARDA a cidade mais alta portugal
E BOAS FÉRIAS!
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
I ANIVERSÁRIO BUBOK .PT
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gastos de envio grátis...
amanhã, quinta-feira dia 22 de Julho de 2010
http://alexapinto.bubok.pt/
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
Na Finlândia, só três por cento dos estabelecimentos têm mais de 600 alunos
Ao contrário de Portugal, lá fora aposta-se no regresso a escolas mais pequenas
Em Nova Iorque, a taxa de sucesso entre os alunos que foram transferidos para escolas mais pequenas é superior à dos que permanecem nos velhos estabelecimentos.
PORQUE É QUE EM PORTUGAL NUNCA SE USAM OS ERROS DOS OUTROS PARA DAR O SALTO E FINALMENTE OS ACOMPANHARMOS?
POR QUE RAZÃO TEMOS QUE DAR OS MESMOS PASSOS, MESMO QUANDO JÁ SE PERCEBEU QUE O CAMINHO É OUTRO?
PORQUÊ? PORQUÊ?
Em Nova Iorque, a taxa de sucesso entre os alunos que foram transferidos para escolas mais pequenas é superior à dos que permanecem nos velhos estabelecimentos.
PORQUE É QUE EM PORTUGAL NUNCA SE USAM OS ERROS DOS OUTROS PARA DAR O SALTO E FINALMENTE OS ACOMPANHARMOS?
POR QUE RAZÃO TEMOS QUE DAR OS MESMOS PASSOS, MESMO QUANDO JÁ SE PERCEBEU QUE O CAMINHO É OUTRO?
PORQUÊ? PORQUÊ?
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
Organização do ano lectivo 2010/2011 -distinguir o essencial ...
A organização do ano lectivo de 2010/2011 prevê a redução das tarefas administrativas pelos docentes
De acordo com o diploma publicado no Diário da República, a marcação e a realização das reuniões de natureza pedagógica devem ter em conta determinadas regras que garantam a sua eficiência, assegurando aos docentes o tempo necessário para desenvolverem o seu trabalho a nível individual.
Antes de serem marcadas as reuniões, deve ser ponderada a efectiva necessidade da sua realização ou, ainda, a possibilidade de atingir os objectivos propostos através de outros meios.
Caso a reunião seja considerada necessária, devem ser garantidas as seguintes condições, de modo a possibilitar uma melhor gestão do tempo:
•Realização de uma planificação da reunião, estabelecendo as horas de início e de fim, bem como uma ordem de trabalhos exequível dentro desse período;
•Atribuição de trabalho aos participantes, que possa ser previamente realizado, de modo a agilizar o funcionamento das reuniões;
•Estabelecimento de um sistema rigoroso de controlo da gestão do tempo para cumprir a planificação prevista.
Para assegurar aos docentes o tempo necessário para a realização do seu trabalho a nível individual, os órgãos dos agrupamentos e das escolas responsáveis pela direcção, coordenação educativa e supervisão pedagógica devem evitar exigir-lhes documentos que não estejam previstos na lei ou no regulamento interno. Caso sejam considerados necessários, os documentos elaborados pelos docentes ou produzidos pelas escolas devem ter uma extensão o mais reduzida possível.
Deve ainda fazer parte das preocupações dos órgãos responsáveis garantir que a escola se envolve só em projectos que se articulem com o respectivo projecto educativo.
Cabe às direcções executivas das escolas e dos agrupamentos determinar o número de horas a atribuir à componente não lectiva de estabelecimento, que deve ter no mínimo uma hora, à qual acresce o tempo destinado às reuniões convocadas.
No que respeita às horas destinadas à avaliação do desempenho de docentes, mantém-se o critério de um tempo lectivo semanal, por relator, para a avaliação de três docentes. As horas previstas para a avaliação de outros docentes passam a estar incluídas no número de horas do crédito horário das escolas.
Quando as horas de componente não lectiva de estabelecimento e as horas de redução de que o docente beneficia forem insuficientes, procede-se à redução da componente lectiva do relator. No caso dos docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo, sempre que o número de horas da componente não lectiva de estabelecimento do relator fique esgotado pelo número de docentes a avaliar, procede-se à designação de outro relator.
O despacho relativo à organização do ano escolar estabelece as regras e os princípios orientadores para a elaboração do horário semanal de trabalho dos docentes, bem como a distribuição do serviço docente correspondente.
Este despacho define ainda orientações para a programação e execução das actividades educativas necessárias para a plena ocupação dos alunos dos ensinos básico e secundário, durante o período de permanência na escola.
Para mais informações, consultar:
•Despacho n.º 11120-B/2010 [PDF]
De acordo com o diploma publicado no Diário da República, a marcação e a realização das reuniões de natureza pedagógica devem ter em conta determinadas regras que garantam a sua eficiência, assegurando aos docentes o tempo necessário para desenvolverem o seu trabalho a nível individual.
Antes de serem marcadas as reuniões, deve ser ponderada a efectiva necessidade da sua realização ou, ainda, a possibilidade de atingir os objectivos propostos através de outros meios.
Caso a reunião seja considerada necessária, devem ser garantidas as seguintes condições, de modo a possibilitar uma melhor gestão do tempo:
•Realização de uma planificação da reunião, estabelecendo as horas de início e de fim, bem como uma ordem de trabalhos exequível dentro desse período;
•Atribuição de trabalho aos participantes, que possa ser previamente realizado, de modo a agilizar o funcionamento das reuniões;
•Estabelecimento de um sistema rigoroso de controlo da gestão do tempo para cumprir a planificação prevista.
Para assegurar aos docentes o tempo necessário para a realização do seu trabalho a nível individual, os órgãos dos agrupamentos e das escolas responsáveis pela direcção, coordenação educativa e supervisão pedagógica devem evitar exigir-lhes documentos que não estejam previstos na lei ou no regulamento interno. Caso sejam considerados necessários, os documentos elaborados pelos docentes ou produzidos pelas escolas devem ter uma extensão o mais reduzida possível.
Deve ainda fazer parte das preocupações dos órgãos responsáveis garantir que a escola se envolve só em projectos que se articulem com o respectivo projecto educativo.
Cabe às direcções executivas das escolas e dos agrupamentos determinar o número de horas a atribuir à componente não lectiva de estabelecimento, que deve ter no mínimo uma hora, à qual acresce o tempo destinado às reuniões convocadas.
No que respeita às horas destinadas à avaliação do desempenho de docentes, mantém-se o critério de um tempo lectivo semanal, por relator, para a avaliação de três docentes. As horas previstas para a avaliação de outros docentes passam a estar incluídas no número de horas do crédito horário das escolas.
Quando as horas de componente não lectiva de estabelecimento e as horas de redução de que o docente beneficia forem insuficientes, procede-se à redução da componente lectiva do relator. No caso dos docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo, sempre que o número de horas da componente não lectiva de estabelecimento do relator fique esgotado pelo número de docentes a avaliar, procede-se à designação de outro relator.
O despacho relativo à organização do ano escolar estabelece as regras e os princípios orientadores para a elaboração do horário semanal de trabalho dos docentes, bem como a distribuição do serviço docente correspondente.
Este despacho define ainda orientações para a programação e execução das actividades educativas necessárias para a plena ocupação dos alunos dos ensinos básico e secundário, durante o período de permanência na escola.
Para mais informações, consultar:
•Despacho n.º 11120-B/2010 [PDF]
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