sábado, 9 de janeiro de 2010

Acordo ou entendimento - professores... e não só


Estava eu a pensar dizer aqui duas coisas sobre o resultado das negociações do Ministério da Educação/Sindicatos, quando dou com este cartoon no "Público" de hoje, 9 de Janeiro de 2010 . E aí está, nem mais nem menos o que eu penso.

Entretanto, o casamento entre homossexuais foi aprovado na Assembleia da República. Muito se diz, muito não se diz, muitos contestam, alguns aprovam. Nos espaços de Opinião Pública muitos se incomodam com a vida dos outros, mostram preconceitos que nem as leis suavizam. Com os divórcios e leis sobre o aborto é a mesma coisa, embora as leis não se pareçam. Só não apedrejam ou atiram (ainda) as pessoas para a fogueira, porque se dizem de brandos costumes. Mas a letra escarlate ainda se lê em muitas mentes, nos olhares, mesmo que o não digam em voz alta, mesmo que, ao seu lado essas realidades sempre tenham existido, inclusive no seio das próprias famílias. Alguns, para afastar dúvidas e alguma que outra desconfiança, são os mais acérrimos acusadores. Há quem viva num mundo à parte, há quem feche os olhos e, se não vir, a realidade não existe.

Pelo mundo, o fantasma do terrorismo renasce. Para o combater, ressurgem as ideias das "vistorias" minuciosas a cada pessoa que deseje ou precise de andar de avião e os scanners apareceram prontinhos a "disparar". Ninguém se preocupa com a privacidade própria e dos outros. Falem em (in)segurança e (quase) todos estão dispostos a prescindir dos seus mais elementares direitos, ainda que já saibam que através dos scanners nem tudo se vê nem prevê nem remedeia nem evita. Mas o mundo está fsacinadao com o novo "brinquedinho".

As guerras não terminam nunca. O homem tem um poder extraordinário de ser um exterminador implacável. Nem aquecimento global, nem doenças, nem poluição, nem epidemias!... O homem, ele só, consegue destruir-se a si e aos outros com extrema perícia... se vir o brilho do ouro ou o negrume do ódio. As últimas notícias registam a morte do treinador adjunto, Abalo Amétélé e o director de comunicação, Stanislas Ocloo ( selecção de futebol do Togo), que tinham sofrido um ataque da FLEC no enclave de Cabinda, quando se dirigiam para o campeonato das nações africanas.

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