quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O Relatório da OCDE que não o é...

http://www.profblog.org/2009/01/o-relatrio-dito-da-ocde-foi-encomendado.html
” Chamo a atenção para o equívoco que a Comunicação Social tem divulgado. O estudo não é da OCDE. É desenvolvido por um grupo de peritos “liderado por Peter Matthews” e segue os critérios (”metodologia e abordagem”;) da OCDE. E foi solicitado pelo ME, que, para abonar a credibilidade, assegura que foi elaborado por uma equipa de peritos internacionais de independentes (para quê referir expressamente “independentes”?!). E baseia-se nas informações fornecidas pelo ME. Tudo isto se lê na página derosto do ME, de que transcrevo o seguinte: “Solicitado pelo Ministério da Educação (ME), este estudo corresponde a uma avaliação intermédia, realizada durante a fase de implementação das reformas, com o objectivo de verificar se as medidas desenvolvidas estão a atingir os resultados previstos e se as estratégias adoptadas devem ser ajustadas em função da experiência. Liderada pelo professor Peter Matthews, esta avaliação seguiu a metodologia e a abordagem que a OCDE tem utilizado para avaliar as políticas educativas em muitos países-membros, ao longo dos anos, com resultados positivos”. Abílio Carvalho ”

Ler o relatório e mais informações no blogue www.profblog.org

E abram esses olhos, os que ainda andarem com eles fechados!!!... que isto é muito grave!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Entrevista DN a Paulo Guinote

Ler aqui

http://educar.wordpress.com/2009/01/26/a-ultima-pagina-do-dn-a-versao-espacosa/

Controlar , controlar, controlar...







"De acordo com a mais recente interpretação europeia , a albumina do ovo e a caseína do leite são consideradas como potencialmente alergénicos para uma ínfima franja da população."
portanto vão ter os vinhos que ter isso nos rótulos...
"... a fúria legislativa não vai terminar aqui. Políticos populistas de numerosos países, sobretudo os da Europa não produtora de vinho, já sonham com uma futura legislação que obrigará o vinho a apresentar prazo de validade e uma lista de "ingredientes", uma descrição exaustiva dos ingredientes do vinho(...)

Teorias proibicionistas que se enquadram nas teses moralistas contemporâneas.

A partir de Maio , em todas as garrafas perto de si!" excerto do texto de Rui Falcão, in Fugas de sábado passado...

Eu sei que não tem nada a ver com o relatório da OCDE, sobre avaliação e tal; é só um ex. de que as cabeças destes políticos parecem querer controlar tudo e todos SEM o esconderem... e, quando não tiverem mais nada que controlar???

sábado, 24 de janeiro de 2009

Parecer jurídico sobre a avaliação de professores III

TSF
Garcia Pereira, que esteve presente este sábado na manifestação de professores, disse esperar ter pronto dentro de poucas semanas um parecer jurídico que lhe foi encomendado por Paulo Guinote, professor e autor do Blogue «A Educação do meu Umbigo». Em declarações à TSF, o advogado afirmou que o processo de avaliação dos professores e o Estatuto da Carreira Docente violam várias regras da Constituição Portuguesa.«Há várias violações de princípios constitucionais que poderão fundamentar o desencadeamento dos meios que os professores entenderem mai adequados, com vista à reposição da legalidade», apontou.

Os Senhores do Mundo

Retirado daqui http://sinistraministra.blogspot.com/

A técnica do Clube Bilderberg consiste em submeter a população e levar a sociedade a uma forte situação de insegurança, angústia e terror, de maneira que as pessoas cheguem a sentir-se tão exaltadas que peçam, aos gritos, uma solução, qualquer que seja. Essa técnica tem sido aplicada aos gangues de rua, às crises financeiras, às drogas e ao actual sistema educacional e prisional. Em relação ao sistema educacional é necessário dar a conhecer que os estudos realizados pelo Clube Bilderberg demonstram que conseguiram diminuir o coeficiente intelectual médio da população. Para conseguir isso não só manipulam as escolas e as empresas, mas também têm se apoiado na arma mais letal que possuem: a televisão e seus programas de baixo nível, para afastar a população de situações estimulantes e conseguir assim entorpecê-la.
(in livro Clube Bildberg, Os Senhores do Mundo. Edição Brasileira)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Valentes deputados do PS

Acaba de ser chumbado o projecto do CDS que suspendia a avaliação de professores... O arauto da verdade, Augusto Santos Silva vangloriou-se, ainda antes da votação, da valentia dos deputados do Ps que não cederam a chantagens!!! Mas o sr. Ministro está muito enganado, se houve chantagem foi do próprio PS que impôs a disciplina de voto . Se tal foi necessário, entendo eu que alguns estariam indecisos, caso contrário não seria premente a mobilização por mail e sms que foi noticiada... assim sendo, estou eu convencida que a chantagem teve origem noutro lado. Daí que os valentes deputados socialistas , em particular, os que são (? foram? eram? algum dia terão sido? ) professores, escolheram manter o seu lugarzinho nas próximas listas do PS, que a vida está ruim e a crise não perdoa. Parabéns , srs. deputados, por não terem cedido à chantagem!... São uns valentes!!!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Parecer jurídico sobre avaliação dos professores II

Professores pedem parecer para contestar medidas da ministra
Por Margarida Davim
Um grupo de docentes, liderado pelo professor Paulo Guinote, pediu um parecer a Garcia Pereira para contestar a avaliação do desempenho e o Estatuto da Carreira Docente. «Queremos ver se a lei está a ser cumprida», diz Guinote, que pondera avançar com acções nos tribunais para travar as reformas de Maria de Lurdes Rodrigues
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=123750


Foi no blogue A Educação do Meu Umbigo que começou a nascer uma ideia que uniu 50 professores: pedir a um jurista um parecer sobre a legalidade da legislação produzida pelo Ministério da Educação acerca da avaliação do desempenho e do Estatuto da Carreira Docente.
«Não é uma contestação política, vai ser uma contestação jurídica», explicou ao SOL o autor do blogue, Paulo Guinote, que responde assim «à afirmação do secretário de Estado Jorge Pedreira, segundo a qual nem lhe passa pela cabeça que a lei não seja cumprida».
Guinote adianta que o parecer vai ser pago pelos 50 professores «que fazem parte do núcleo duro que teve a ideia», mas também através do contributo de todos os que se queiram juntar à causa.
«Vamos divulgar um NIB para os professores contribuírem com 10 euros».
«Não serão aceites contribuições de outra forma, nomeadamente em numerário, para que desta maneira cada contribuinte fique com o registo do seu depósito», assegura o autor de A Educação do Meu Umbigo.
Para Paulo Guinote, «os sindicatos têm sido muito lentos na análise jurídica a estas situações» e, numa altura, em que se acumulam dúvidas sobre a legalidade de alguns aspectos do Estatuto da Carreira Docente e a articulação da versão simplificada da avaliação com o modelo original, este professor acredita que um parecer jurídico pode ser uma arma mais eficaz do que greves e manifestações.
«Vamos ver até que ponto a legislação produzida pelo Ministério está de acordo com a Lei de Base da Educação», anuncia, acrescentando que o documento que Garcia Pereira irá produzir «pode depois ser usado em acções judiciais quer contra o Ministério, quer ao nível das escolas».
«Pedimos o parecer a Garcia Pereira, por ser um especialista em questões laborais e pelo seu carácter combativo», justifica Guinote, que conta ter o documento nas suas mãos dentro de alguns dias.

Parecer jurídico sobre avaliação dos professores

http://aeiou.expresso.pt/professores_querem_travar_medidas_do_ministerio_nos_tribunais=f493183


Um grupo de professores decidiu pedir um parecer jurídico sobre a legislação relacionada com o novo estatuto da carreira docente e avaliação de desempenho.
A ideia, explica Paulo Guinote, um dos promotores da iniciativa, é contestar depois nos tribunais tudo o que consideram ser a "ilegalidade de diversos procedimentos propostos pelo Ministério da Educação (ME) e por alguns órgãos de gestão". Desde eventuais penalizações dos docentes que decidam não entregar os seus objectivos individuais, no âmbito do processo de avaliação em curso, até à questão das quotas e do estatuto de professor titular.
O Expresso sabe que o pedido de parecer foi encomendado ao advogado Garcia Pereira. Este irá agora olhar para todos os decretos, despachos, instruções, circulares e e-mails emanados do ME nos últimos dois anos.
"Em vez da tão temida 'desobediência civil', este grupo pretende promover o respeito pela lei", explica Paulo Guinote no seu blogue 'A Educação do meu Umbigo'.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

EScolas que mantêm suspenso o processo de avaliação


... para já ... e segue...


(Via mail da Olinda)

Escola Secundária Infanta D. Maria - Coimbra (dia 6 de Janeiro de 2009)
Agrupamento de Escolas de Santo Onofre - Caldas da Rainha (dia 7 de Janeiro de 2009)
Escola Secundária D. Sancho I - Vila Nova de Famalicão (dia 7 de Janeiro de 2009)
Escola Secundária de Vergílio Ferreira - Lisboa (dia 7 de Janeiro de 2009)
Escola Secundária Sá de Miranda - Braga (dia 8 de Janeiro de 2009)
Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade - Almada (dia 10 de Janeiro de 2009)
Agrupamento de Escolas de S. Miguel - Guarda (dia 12 de Janeiro de 2009)
Escola Secundária de Silves (dia 13 de Janeiro de 2009)
Escola Secundária/3 de Carregal do Sal (dia 13 de Janeiro de 2009)
Escola Secundária D. João II - Setúbal (dia 13 de Janeiro de 2009)
Escola Secundária Gabriel Pereira - Évora (dia 13 de Janeiro de 2009)
Agrupamento de Escolas Luísa Todi - Setúbal (dia 13 de Janeiro de 2009)
Escola Secundária com 3º ciclo do Entroncamento (dia 13 de Janeiro de 2009)
Escola Secundária de S. Pedro - Vila Real (13 de Janeiro de 2009)
Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar (13 de Janeiro de 2009)
Agrupamento Monsenhor Jerónimo do Amaral (13 de Janeiro de 2009)
Agrupamento de escolas do Real, BragaEscola Secundária da Sé, GuardaEscola Secundária de Caneças (abaixo-assinado)Agrupamento Vertical Clara de Resende, PortoAgrupamento da Sequeira, GuardaEscola Secundária Júlio Martins, Chaves

E mais estes todos:


http://www.profblog.org/2009/01/professores-da-escola-secundria-andr-de.html

http://www.profblog.org/2009/01/professores-da-escola-secundria-de.html

http://www.profblog.org/2009/01/professores-da-escola-secundria.html


http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2009/01/posio-dos-professores-de-escola-de.html

http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2009/01/manifesto-da-secundria-da-amora.html

http://educar.wordpress.com/2009/01/14/anti-simplex-escola-secundaria-de-cinfaes/

http://educar.wordpress.com/2009/01/14/anti-simplex-escola-secundaria-dr-manuel-candeias-goncalves-odemira/

http://educar.wordpress.com/2009/01/14/anti-simplex-agrupamento-de-escolas-gandara-mar-tocha/
http://educar.wordpress.com/2009/01/14/anti-simplex-agrupamento-vertical-de-escolas-alfredo-da-silva-barreiro/

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Suspensão do ECD e da avaliação de desempenho dos professores

http://www.profblog.org/2009/01/professores-do-agrupamento-da-sequeira.html

Em 1º lugar a da Sequeira, mas...

Os Professores das Escolas em Portugal reforçam, em reuniões, a tomada de posição sobre a suspensão da avaliação de desempenho...

A lista vai sendo já longa...

Consultar em www.educar.wordpress.com ou www.profblog.org

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

O Big Brother no ME ... Eles andam aí...

http://educar.wordpress.com/2009/01/13/14941/

Mail chegado de fonte mais do que fidedigna, omitindo-se naturalmente a identificação e especificidades que permitam aborrecimentos aos remetentes:

Tu tb já o sabias. Mas imaginavas que eram pagos para andarem lá o dia inteiro?
A nossa amiga (XYZ) conhece um (há muito tempo) que lhe contou da recente contratação pelo ME. Ele foi contratado para andar todo o dia a ler os blogs mais lidos. É esse o seu trabalho no ME, e recebe para isso. às tantas foi contratado como GRI!
O “triste” do CAE foi à escola na 5ª feira passada e disse:
“Sabe que não é nada bom para a vossa imagem o que aparece nos blogs?”
Vê bem ao que isto chegou!



Ninguém quer acreditar, mas "eles" andam aí ... a controlar, a manobrar, a manipular... os polícias dos blogues... só me ocorre uma pergunta: isso serve a quem? a quê? à democracia... deixem-me rir...

sábado, 10 de janeiro de 2009

27 deputados do PS, professores, que votaram CONTRA a suspensão da avaliação

Nomes aqui

http://www.profblog.org/2009/01/afinal-foram-27-os-deputados-do-ps.html

Da Guarda,
Fernando Cabral - licenciado (não refere em que área), n. 1956, professor do ensino secundário

Mas ninguém lhes pode pedir contas... as pessoas votaram neles para quê??? para serem paus-mandados do Partido Socialista??? E se estivessem nas Escolas, a posição seria a mesma???

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Manuel Alegre, o instrumentalizado...

http://diario.iol.pt/politica/alegre-educacao-psd-avaliacao-professores-escolas/1029277-4072.html

O deputado socialista Manuel Alegre afirmou que se recusará votar a favor do projecto do PSD para a suspensão da avaliação dos professores, na quinta-feira, no Parlamento, o que compromete em definitivo a viabilidade do diploma.

(…)
Alegre disse sentir-se «desconfortável» perante o agendamento do projecto do PSD, porque se trata de um diploma que apenas pretende salvar a face dos professores.
«Não serei instrumentalizado por um projecto que não tem como razão de fundo a suspensão da avaliação dos professores», acrescentou.
A posição de Alegre de exclusão do voto a favor do projecto do PSD deverá ser acompanhada por mais três deputadas socialistas: Teresa Portugal, Júlia Caré e Eugénia Alho.
Por outro lado, o deputado socialista João Bernardo (que antes votou ao lado do CDS) optará agora pelo voto contra o projecto do PSD, o mesmo fazendo a sua colega de bancada Odete João (que antes tinha optado pela abstenção).
Sem os votos a favor de seis dos sete deputados «rebeldes» socialistas (falta apenas conhecer a posição de Matilde Sousa Franco), o diploma do PSD deverá ser rejeitado.


Coitadinho do poeta ... Manuel Alegre, o instrumentalizado...

Poucas palavras para qualificar estas atitudes: metem-me nojo!!!

Depressa e bem...há alguém???

Não se diz que "depressa e bem,
não há ninguém (quem)"

Pois alguns PCEs não sabem isso... e então estão com a fúria toda.

Ver aqui

http://educar.wordpress.com/2009/01/05/a-pressa-a-pressa/
http://educar.wordpress.com/2009/01/06/a-pressa-a-pressa-2/

domingo, 4 de janeiro de 2009

Que não se deixe arrancar a voz...

“Na primeira noite, eles se aproximam
e colhem uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem,
pisam as flores, matam o nosso cão.
E não dizemos nada.

Até que um dia, o mais frágil deles,
entra sozinho em nossa casa, roubando-nos a lua,
e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.

E porque não dissemos nada,
já não podemos dizer nada.”

Maiakovski

1. Ao professor é pedida a fixação de OI dentro do prazo;
2. O professor recusa;
3. A avaliação prossegue sem OI;
4. No cálculo da nota vai haver um grande sarilho, porque não há OI;
5. O CE tem de se desembrulhar do sarilho e dar uma nota;
6. Não está prevista nenhuma penalização na avaliação pela falta de OI;
7. O CE pode implicar com um professor por não ter cumprido uma obrigação;
8. No meio de uma carreira exemplar, a falha de entrega de um papel solicitado tem um impacto risível;
9. Mesmo disciplinarmente, com todas as atenuantes e tal, a não entrega de OI é irrelevante.

Assim: por todas as razões a recusa de entrega de OI não tem implicações profissionais, mas é um teste à coerência das pessoas.

João Oliveira, em comentário do blogue www.educar.wordpress.com

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

E se os políticos fossem avaliados , segundo os parâmetros do processo de avaliação dos professores?......

Caro concidadão conhece o seu deputado? Aquele que ajudou a eleger? Consegue avaliar o seu desempenho? Estará ele a desenvolver o seu programa com seriedade? Terá atingido os objectivos a que se propôs? Será assíduo e pontual no seu trabalho?
Não?!
Então avaliemo-los segundo determinados parâmetros:
A) Cumprimento do horário de trabalho:
Um deputado com um cumprimento de 100% do seu serviço será sem dúvida excelente; com 98% a 99,9% Muito Bom; com 90 a 94% digamos que seria considerado Bom; Com menos de 90% teria um desempenho não satisfatório ou seja negativo.
B) Apoio aos cidadãos que o elegeram:
Cumpriu o serviço e os objectivos a que se propôs? Empenhou-se? Fora do Parlamento desempenhou as suas actividades relacionadas com a componente não política?
Totalmente? Algumas vezes? Raramente? Nunca?
C) Melhorias sociais visíveis:
Houve progresso no país devido à sua intervenção? Que diferenças existem entre a avaliação diagnostica realizada no início do seu mandato e a actual (ao fim de dois anos de trabalho)? Que classificação obteve numa avaliação externa (feita por cidadãos independentes e acreditados junto do povo)? Qual foi o empenhamento e a qualidade da sua participação no círculo que o elegeu? Qual foi o seu desempenho em incumbências que nele foram depositadas? Relacionou-se com a comunidade? Investigou sobre as necessidades dos eleitores? Desenvolveu um trabalho cooperativo com as populações? Lutou dentro do seu partido político para conseguir melhorias visíveis? Planeou bem as suas intervenções? Diversificou estratégias a fim de encontrar soluções pragmáticas para os problemas quotidianos dos eleitores? Estimulou-os na participação cívica activa da resolução de problemas? Foi promotor dum clima estável ao progresso? Promoveu o trabalho autónomo no Concelho dentro do qual foi mandatado? Com que regularidade avaliou o seu trabalho e os resultados alcançados? O seu portfólio reflecte um trabalho criativo e honesto?

LER :
o artigo da autoria de Merícia Passos, NA ÍNTEGRA, publicado no JORNAL DO FUNDÃO ou em http://educar.wordpress.com/2009/01/02/opinioes-mericias-passos/#comment-154077

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Declaração do secretário-geral da FENPROF a propósito da promulgação pelo PR do Dec-Lei que aprova a "simplificação" da avaliação do desempenho dos do

A promulgação, pelo Presidente da República, do decreto regulamentar sobre o regime "simplificado" de avaliação de desempenho não constitui nada de extraordinário nem altera a situação que, sobre este assunto, se vem vivendo.
Esperava-se esta promulgação, pois era obrigatória para que o decreto fosse publicado não tendo havido, da parte do Presidente da República, qualquer indício que levasse a supor que vetaria o diploma.
Se, ao promulgar o diploma legal, o Presidente da República fez o que dele se esperava, o mesmo acontecerá com os professores que, a partir de dia 5 de Janeiro, ao regressarem às escolas, continuarão a fazer o que deles se espera: a lutar, a manter suspensa a aplicação da avaliação do ME e, no dia 19 de Janeiro, a juntar ao objectivo da Greve - exigência de uma revisão do Estatuto da Carreira Docente que, entre outras medidas, elimine a divisão da carreira entre professores e professores-titulares e substitua o modelo de avaliação, incluindo a abolição das quotas para a atribuição das menções mais relevantes - a exigência de suspensão desta avaliação.
Recorda-se que apesar desta promulgação falta ainda a publicação em Diário da República para a entrada em vigor e que, quando isso acontecer, não passa a existir uma situação legalmente estabelecida que contrasta com qualquer vazio anterior. Na verdade, quando os professores decidiram suspender a avaliação nas suas escolas ela também se sujeitava a um quadro legal que estava consagrado no decreto regulamentar n.º 2/2008, passando, apenas, este, e para o ano lectivo em curso, a ser substituído por outro. Além disso, no próximo dia 8, por iniciativa do grupo parlamentar do PSD será votada uma proposta de lei que, a ser aprovada, suspenderá, esta avaliação de desempenho imposta pelo ME e pelo Governo e, agora, promulgada pelo Presidente da República. Não está posta de lado, ainda, a possibilidade de haver recurso aos Tribunais caso o texto final do decreto contrarie quadros legais superiores que deverão ser respeitados.
Pelas razões que antes se referiram, a promulgação deste decreto regulamentar não altera rigorosamente nada no que à luta dos professores e educadores diz respeito. Esta irá continuar, se necessário ainda mais forte.
Mário Nogueira, Secretário-Geral da FENPROF

Deixo aqui apenas esta declaração neste início do ano para não atrair energias negativas... que o PR choramingue o que quiser por causa do Estatuto dos Açores... afinal, as jogadas de mestre para que tudo fique na mesma, isto é , para ficarem todos no poleiro nas próximas eleições somam e seguem... os professores e avaliação vão ser outra vez o mote de distracção … assim tudo se vai preocupar com esses “malandros professorzecos” enquanto a crise ( crises várias!!!) nos afunda…