quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Uma pessoa deixa-se morrer

Oitenta anos.
Lúcidos.
O coração cansadote.
A respiração difícil às vezes.
O caminhar muito trôpego.
O coração cada vez mais cansadote.
A tensão muito baixa.
Hospital...
... para ter a certeza de que se faz tudo o que se pode fazer nesta vida.
O Homem não está incontinente, quer ir pelo seu pé à casa de banho.
"Para seu conforto, pomos-lhe uma fralda" ou para não terem que o acompanhar de cada vez à casa de banho?
Primeiro choque.
De manhã, despem-no sem pudor, sem privacidade, na enfermaria, da cinta para baixo, "nu em pêlo como vim ao mundo" para depois o levarem para o lavar. Uma indignidade. Uma tristeza.
Segundo choque.
Tratam-no por tu. Porquê? Para quê?
A comida é uma pasta: se , ao menos, não tivesse sabor! mas é intragável.
Quis sair do cadeirão para a cama, sem incomodar, não foi capaz de se erguer sozinho, foi de rastos, sem poder , sem querer chamar ninguém.
Ataram-no à cama. Para "sua" segurança.
Lúcido. O Homem de oitenta anos...
Quem quer viver assim?
Deixam-se morrer num qualquer hospital, - haverá excepções! há sempre , mas não lhe tocou a ele - os homens velhos de oitenta anos e mais.

domingo, 28 de novembro de 2010

Uma Aventura Sinistra: O Espírito do Desporto Escolar

Uma Aventura Sinistra: O Espírito do Desporto Escolar: "Apontamentos: Tal e qual o espírito do Natal passado e futuro. Nunca ouvi uma ministra tão burra, leia-se, instruída ... já percebi o Espír..."

E eu acrescento que "O desporto escolar é muito importante para a prática desportiva…" ministra dixit...

Eu , por acaso, comecei a fazer desporto bastante cedo também, jogava à macaca, à corda, à cabra-cega, às escondidas, esfolava os joelhos com assiduidade, jogava ao ringue, ia a pé para a escola , porque a minha família valorizava imenso a prática desportiva, comecei portanto a fazer caminhadas desde muito nova...

sábado, 27 de novembro de 2010

Best Of Wine Tourism 2011 - Great Wine Capitals, na categoria de alojamento - QUINTA DO PEGO

O Hotel Rural Quinta do Pégo tem imenso agrado em anunciar que é o vencedor do prestigiado troféu Best Of Wine Tourism 2011 - Great Wine Capitals, na categoria de alojamento.


Hotel Rural Quinta do Pégo is very glad to announces it is the winner of noble award Best Of Wine Tourism 2011 - Great Wine Capitals, accommodation category.



Muito orgulhosos desta distinção e dedicam-na a todos os clientes que os visitaram bem como a todos que trabalham com a Quinta do Pégo.

We are very proud of it as so we would like to share it with all our customers as well as all people who is working with Quinta do Pégo.





Parabéns ao Director Filipe Jesus e seus colaboradores!

UGUlandia: Vox populi

UGUlandia: Vox populi: "Amanhã, domingo, teremos eleições para o Parlamento da Catalunha, órgão autónomo desta comunidade, e tradicionalmente a voz do povo. E, para..."

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Passa-se... eu é que me passo

daqui
http://cp-cromosdeportugal.blogspot.com

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

OE chumbado, que perdem mais os portugueses?

Por que razão tanta gente de tantos quadrantes anda apavorada com o chumbo do orçamento??? Por que razão anda tanta gente a desejar manter Sócrates e seus ministros no poder?

sábado, 18 de setembro de 2010

O "melhor" aluno



( notícia via http://obliviario.blogspot.com/)


Grande incentivo para quem anda a estudar: exemplo de perseverança e esforço, aplicação e estudo... ( estou a ser irónica!) Este é um exemplo... Toda a gente conhece mais...

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Mensagem de uma Ministra da Educação



e respectiva avaliação recebida por mail

Então, vou proceder à avaliação (já que está tao na moda) deste lindo discurso (escala de 0 a 20):

- organização e estrutura: 13
- enquadramento do tema: 9
- fluência do discurso: 8
- qualidade do conteúdo técnico/científico: 5
- adaptação do discursos à realidade: 1
- influência que este vídeo terá nos alunos: -3
- influência que este vídeo terá nos professores - nao há pontuação, mas talvez muitos pensem em interná-la numa instituição de saúde (mental)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

via www.portadaloja.blogspot.com

Sua Inocência e dona Complacência
Esta crónica de Manuel A. Pina, no Jornal de Notícias, via InVerbis, merece leitura:

A entrevista “non stop” que, desde que foi condenado, Sua Inocência tem estado ininterruptamente a dar às TVs teve o mais respeitoso e obrigado dos episódios na RTP1, canal que é suposto fazer “serviço público”.

Desta vez, o “serviço” foi feito a um antigo colega, facultando-lhe a exposição sem contraditório das partes que lhe convêm (acha ele) do processo Casa Pia e promovendo o grotesco julgamento na praça pública dos juízes que, após 461 sessões, a audição de 920 testemunhas e 32 vítimas e a análise de milhares de documentos e perícias, consideraram provado que ele praticou crimes abjectos, condenando-o à cadeia sem se impressionarem com a gritaria mediática de Suas Barulhências os seus advogados, o constituído e o bastonário.

Tudo embrulhado no jornalismo de regime, inculto e superficial, de Fátima C. Ferreira, agora em versão tu-cá-tu-lá (”Queres fazer-lhe [a uma das vítimas] alguma pergunta, Carlos?”). O “Prós & Contras” só não ficará na História Universal da Infâmia do jornalismo português porque é improvável que alguém, a não ser os responsáveis da RTP, possa chamar jornalismo àquilo.

Manuel António Pina Jornal de Notícias 08.09.2010

Minha opinião:
Não gostei de nenhum dos intervenientes , incluindo José Manuel Fernandes, que se sujeitou a ser o interrogador de serviço do Bernardo...e me desiludiu profundamente ter-se dado a esse papel, como que a quererem encontrar-lhe uma palavra para o incriminar, nunca ninguém antes dele tinha sido posto na situação em que Fátima Campos Ferreira o colocou, dar hipóteses aos comentadores de lhe fazerem perguntas, foi um abuso, Fátima Campos Ferreira exagerou mais ainda do que é costume na lavagem da imagem de certas personagens, do seu colega em particular, o programa foi para esse efeito, e José Manuel Fernandes ajudou, já nem falo no bastonário e no senhor do bloco ...uns falavam do que não deviam por dever deontológico, outros do que não sabiam, mas que se querem defensores de uma verdade que só eles conhecem...

Foi escandaloso, como escandalosas foram todas as entrevistas que estes srs. condenados e seus advogados deram a todos os órgãos de comunicação social que os quiseram ouvir...

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Lista de todas as escolas que vão fechar, concelho a concelho

Guarda (concelho)
Escola Básica do 1.º Ciclo de Valhelhas

Escola Básica do 1.º Ciclo de Vale de Estrela

Escola Básica do 1.º Ciclo de Carvalheira

Escola Básica do 1.º Ciclo de Aldeia Viçosa

Escola Básica do 1.º Ciclo de Cavadoude

Escola Básica do 1.º Ciclo de Vila Cortês do Mondego

Escola Básica do 1.º Ciclo de Cubo

Escola Básica do 1.º Ciclo de Castanheira

Escola Básica do 1.º Ciclo de Arrifana

Escola Básica do 1.º Ciclo Outeiro São Miguel

Escola Básica do 1.º Ciclo de Rapoula

Escola Básica de Vila Fernando, Guarda

Escola Básica de Rochoso, Guarda

Escola Básica de Videmonte, Guarda

Escola Básica de Maçainhas, Guarda

Escola Básica de Pêra do Moço, Guarda

Escola Básica Casa de Trabalho Jesus Maria José, Rochoso, Guarda

sábado, 31 de julho de 2010

quarta-feira, 21 de julho de 2010

I ANIVERSÁRIO BUBOK .PT

I Aniversário BUBOK.pt

gastos de envio grátis...

amanhã, quinta-feira dia 22 de Julho de 2010


http://alexapinto.bubok.pt/

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Na Finlândia, só três por cento dos estabelecimentos têm mais de 600 alunos

Ao contrário de Portugal, lá fora aposta-se no regresso a escolas mais pequenas

Em Nova Iorque, a taxa de sucesso entre os alunos que foram transferidos para escolas mais pequenas é superior à dos que permanecem nos velhos estabelecimentos.

PORQUE É QUE EM PORTUGAL NUNCA SE USAM OS ERROS DOS OUTROS PARA DAR O SALTO E FINALMENTE OS ACOMPANHARMOS?
POR QUE RAZÃO TEMOS QUE DAR OS MESMOS PASSOS, MESMO QUANDO JÁ SE PERCEBEU QUE O CAMINHO É OUTRO?
PORQUÊ? PORQUÊ?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Organização do ano lectivo 2010/2011 -distinguir o essencial ...

A organização do ano lectivo de 2010/2011 prevê a redução das tarefas administrativas pelos docentes

De acordo com o diploma publicado no Diário da República, a marcação e a realização das reuniões de natureza pedagógica devem ter em conta determinadas regras que garantam a sua eficiência, assegurando aos docentes o tempo necessário para desenvolverem o seu trabalho a nível individual.

Antes de serem marcadas as reuniões, deve ser ponderada a efectiva necessidade da sua realização ou, ainda, a possibilidade de atingir os objectivos propostos através de outros meios.

Caso a reunião seja considerada necessária, devem ser garantidas as seguintes condições, de modo a possibilitar uma melhor gestão do tempo:

•Realização de uma planificação da reunião, estabelecendo as horas de início e de fim, bem como uma ordem de trabalhos exequível dentro desse período;
•Atribuição de trabalho aos participantes, que possa ser previamente realizado, de modo a agilizar o funcionamento das reuniões;
•Estabelecimento de um sistema rigoroso de controlo da gestão do tempo para cumprir a planificação prevista.
Para assegurar aos docentes o tempo necessário para a realização do seu trabalho a nível individual, os órgãos dos agrupamentos e das escolas responsáveis pela direcção, coordenação educativa e supervisão pedagógica devem evitar exigir-lhes documentos que não estejam previstos na lei ou no regulamento interno. Caso sejam considerados necessários, os documentos elaborados pelos docentes ou produzidos pelas escolas devem ter uma extensão o mais reduzida possível.

Deve ainda fazer parte das preocupações dos órgãos responsáveis garantir que a escola se envolve só em projectos que se articulem com o respectivo projecto educativo.

Cabe às direcções executivas das escolas e dos agrupamentos determinar o número de horas a atribuir à componente não lectiva de estabelecimento, que deve ter no mínimo uma hora, à qual acresce o tempo destinado às reuniões convocadas.

No que respeita às horas destinadas à avaliação do desempenho de docentes, mantém-se o critério de um tempo lectivo semanal, por relator, para a avaliação de três docentes. As horas previstas para a avaliação de outros docentes passam a estar incluídas no número de horas do crédito horário das escolas.

Quando as horas de componente não lectiva de estabelecimento e as horas de redução de que o docente beneficia forem insuficientes, procede-se à redução da componente lectiva do relator. No caso dos docentes da educação pré-escolar e do 1.º ciclo, sempre que o número de horas da componente não lectiva de estabelecimento do relator fique esgotado pelo número de docentes a avaliar, procede-se à designação de outro relator.

O despacho relativo à organização do ano escolar estabelece as regras e os princípios orientadores para a elaboração do horário semanal de trabalho dos docentes, bem como a distribuição do serviço docente correspondente.

Este despacho define ainda orientações para a programação e execução das actividades educativas necessárias para a plena ocupação dos alunos dos ensinos básico e secundário, durante o período de permanência na escola.

Para mais informações, consultar:

•Despacho n.º 11120-B/2010 [PDF]

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Saber usar a liberdade

« (...) Essa monarquia acostumando o povo a servir, habituando-se à inércia de quem espera tudo de cima, obliterou o sentimeno instintivo da liberdade, quebrou a energia das vontades, adormeceu a iniciativa; quando mais tarde lhe deram a liberdade, não a compreendeu: ainda hoje a não compreende, nem sabe usar dela.
(...) Entre o senhor rei de então e os senhores influentes de hoje, não há tão grande diferença: para o povo é sempre a mesma a servidão. Éramos mandados, somos agora governados: os dois termos quase se equivalem. SE a velha monarquia desapareceu, conservou-se o velho espírito monárquico: é quanto basta para não estarmos muito melhores que os nossos avós. Finalmente. do espírito guerreiro da nação conquistadora, herdámos um invencível horror ao trabalho e um íntimo desprezo pela indústria. Os netos dos conquistadores de dois mundos podem, sem desonra, consumir no ócio o tempo e afortuna ou mendigar pelas secretarias um emprego: o que não podem sem indigniddae é trabalhar! Uma fábrica, uma oficina, uma exploração agrícola ou mineira são coisas impróprias da nossa fidalguia. Por isso as melhores indústrias nacionais estão nas mãos dos estrangeiros, que com elas se enriquecem e se riem das nossas pretensões. Contra o trabalho manual, sobretudo, é que é universal o preconceito: parece-nos um símbolo servil! Por ele sobem as classes democráticas em todo o mundo e se engrandecem as nações; nós preferimos ser uma aristocracia de pobres ociosos, a ser uma democracia própera de trabalhadores.
(...)
somos uma raça descaída por ter rejeitado o espírito moderno: regenerar-nos-emos abraçando francamente esse espírito. O seu nome é Revolução: revolução não quer dizer guerra, mas sim paz; não quer dizer licença, mas sim, ordem, ordem verdadeira pela verdadeira liberdade.»

Excertos do Discurso proferido por Antero de Quental, numa sala do Casino Lisbonense, em Lisboa, no dia 27 de Maio de 1871
in "Causas da Decadência dos Povos Peninsulares", Antero de Quental

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Do 8º para o 10º ... num ápice!

Novidade da grande: quem tiver mais de 15 anos e frequentar o 8º ano e ficar retido, faz umas provas e salta literalmnete para o 10º ano! Que pensarão os outros com a mesma idade ( já nem falo nos mais novos!!!) que passarem de ano e tiverem , por essa mesma razão, que frequentar o 9º ano antes do 10º ??? Pensarão que foram tão estúpidos que até estudaram qualquer coisita e foram às aulas...

Eu faria melhor, enviava-lhes já o certificado do 12º ano!!!

terça-feira, 25 de maio de 2010

O dinheiro dos contrinuintes vai para...???

PARA QUE SE SAIBA PARA ONDE VAI O DINHEIRO DOS CONTRIBUINTES....


http://www.profblog.org/2010/04/tudo-gratis-para-os-cef-elite-precisa.html


Tudo grátis para os CEF. A elite precisa de descamisados e estes
resignam-se com viagens e refeições gratuitas e um futuro de RSI



A cena passa-se numa escola pública do distrito de Santarém. Quase
todos os dias, a escola requisita e paga 3 autocarros para estarem ao
serviço das turmas CEF. Porquê quase todos os dias? Porque há dinheiro
para estoirar nas turmas CEF e porque a única forma de manter os
alunos CEF na escola é levá-os diariamente a passear de
autocarro...sem pagarem.

Os outros alunos pagam quando viajam em visitas de estudo. Também
pagam quando adquirem uma sanduíche no bar ou uma refeição na cantina.

Os motoristas da empresa de camionagem que serve os alunos CEF não
gostam do serviço mas suportam-no. Habituaram-se a ser insultados
durante as viagens. Mas os professores que acompanham os alunos CEF
nestas viagens pelo Ribatejo e Lisboa habituaram-se à ideia de que é
melhor serem insultados dentro de um autocarro do que dentro de uma
sala de aula. E sabem, por experiência própria, que é mais fácil
suportar a má educação e a agressividades dos alunos CEF quando os
levam a passear...à borla, do que quando os têm dentro de uma sala de
aula durante 90 minutos.

Esta situação cria mal-estar entre os alunos que não são CEF e que têm
de pagar do seu bolso as visitas de estudo, as sanduíches e os
almoços. Mas estes alunos habituaram-se à ideia de que não vale a pena
protestar. As coisas são assim, ficaram assim e dificilmente virão a
ser diferentes. E se protestarem ninguém lhes dará atenção.
Provavelmente, serão acusados de racismo social, conservadorismo e
direitismo. Eles sabem: por isso, não protestam e deixam que os
recursos da escola sejam colocados ao serviço dos que violam as
regras, não querem estudar ou se dedicam a impedir que os professores
ensinem.

Os recursos do Estado foram capturados por uma elite política que
serve dois amos: o grande capital e os descamisados. Os autocarros que
todos os dias estão à porta da escola ao serviço de alunos que se
habituaram a faltar às aulas sem consequências, a desrespeitar
professores e a insultar motoristas e funcionários são o preço que a
elite paga para ter os votos dos descamisados. Um preço que não pára
de aumentar. A elite sabe que o futuro dela e a manutenção dos seus
privilégios dependem do aumento do número de descasmisados a quem o
Estado oferece viagens e refeições gratuitas.

A elite política alimenta-se dos votos dos descamisados. Estes
sossegam e resignam-se à sua (pouca) sorte com refeições e viagens
gratuitas. E sabem e aceitam o que o futuro lhes reserva: uma vida
imersa na ignorância e a sobrevivência física assegurada pelo
Rendimento Social de Inserção.

( chegado via mail)

sábado, 8 de maio de 2010

Verbo HAVER

O verbo haver, quando usado no sentido de existir, conjuga-se só na 3.ª pessoa do singular. Por isso, está correcta a frase «Há três lápis».

Nesta frase, empregou-se a 3.ª pessoa do singular do presente do indicativo do verbo haver. Se o verbo estivesse no plural, a forma correspondente seria hão. Ora, ninguém diz «"hão" três lápis» em vez de «há três lápis».

O erro surge só com os outros tempos verbais, que se deverão usar igualmente no singular, mas que muitas pessoas usam no plural.

Emprega-se, portanto, nos vários tempos e modos, a 3.ª pessoa do singular (há, havia, houve, houvera, haverá, haveria, haja, houvesse… três lápis), e não a correspondente do plural (hão, haviam, houveram, haverão, haveriam, hajam, houvessem).

Mas, atenção, haver, como verbo auxiliar, equivalente a ter, conjuga-se em todas as pessoas: «Haviam dito uma coisa, agora dizem outra.» = «Tinham dito uma coisa, agora dizem outra.»


Maria João Matos :: 24/04/2009

Fui buscar estas explicações ao CIBERDÚVIDAS para que alguns professores, muitos políticos e outros tantos jornalistas recordem!!! ( já estou fartinha de os ouvir usar o plural de haver em alguns tempos que NÃO DEVEM para que não se propague o ERRO!!!)

Há problemas.
Havia problemas.
Houve problemas.
Haverá problemas.
Haveria problemas.
Haja ( espero que não haja) problemas...
Houvesse problemas...
etc.

sempre no SINGULAR!!!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Paulo Guinote no PLano Inclinado



A falar do que sabe, por estar no terreno. Não como alguns que falam de cor sem saber nada do que se passa nas Escolas.

domingo, 18 de abril de 2010

A culpa é do vulcão - crónica de Maria José Oliveira que acha uma chatice viajar de autocarro







Não sei se sou eu que tenho uma vida muito simples, muito frugal, muito terra a terra ou se há pessoas muito especiais muito fora do mundo e da realidade... eu pensava que um(a) jornalista estava mais próximo do chão... mas, pelos vistos, anda nas nuvens...fora da realidade... e , quanto a convívio e sociabilização, estamos conversados...

sábado, 10 de abril de 2010

Pela Língua Portuguesa - Contra o Acordo Ortográfico

Não queremos o Acordo Ortográfico!


Assinar a ILC contra o Acordo Ortográfico
Segundo informação dos "Serviços de Apoio Técnico e Secretariado" da Assembleia da República, uma ILC apenas pode ser subscrita de forma tradicional, isto é, em papel. Assim sendo, as assinaturas da nossa ILC (http://ilcao.cedilha.net/?page_id=92) serão recolhidas de maneira extremamente simples.

Faça "download" para o seu computador do impresso de subscrição (http://ilcao.cedilha.net/docs/ilcassinaturaindivword.doc), preencha-o conforme as instruções nele indicadas e envie-o por correio normal para o endereço

Apartado 53
2776-901 Carcavelos

Se quiser colaborar ainda mais activamente com esta Causa, pode também fazer "download" do impresso para preenchimento manual (http://ilcao.cedilha.net/docs/ilcassinaturaindivmanual.doc), fotocopiá-lo e distribuí-lo.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

quarta-feira, 31 de março de 2010

Professores suicidam-se: alguém é responsável!



Por algumas destas razões, por começar a sentir uma enorme tristeza, cada vez que subia as escadas da que eu sentira durante anos como minha escola e deixara de ser, porque a amargura me começava a minar a vida, por perceber que os "entendimentos" tornavam a minha/nossa luta inglória ( também porque muitos aceitam tudo com fantástica acomdação como se não tivessem alma nem coração nem fibra e t~em muito estômago) , por isso é que há um ano e tal tomei a decisão de sair dessa vida , enquanto mantinha ainda a minha sanidade mental para poder decidir com dignidade… É com muita mágoa que sei de casos como estes… Dos casos em que estas situações agravaram doenças latentes não se sabe, não se ouve falar… é minha convicção que este e o anterior governo causaram tal impacto negativo com as suas medidas que deviam ser julgados em tribunal pelo mal que causaram às pessoas individualmente e à educação em geral…

terça-feira, 30 de março de 2010

quarta-feira, 17 de março de 2010

Bullying? ou algo mais doentio na nossa sociedade?


in Público 16/03/2010
A violência é de sempre... mas chegou-se , por caminhos vários e ínvios, a um ponto tal que ninguém pode apenas cruzar os braços e ficar à espera. Tem que se agir, fazer alguma coisa, sem esconder os problemas.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Professor suicida-se cansado da indisciplina dos alunos

Este título correu por todos os jornais e telejornais. Ninguém se arrepiou? NInguém pára para reflectir sobte um acto destes, sobre as causas que levaram a um acto destes?

Um professor deixa escrito

'Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio', (lê-se numa das notas do seu diário.in Correio da Manhã)

e ninguém se revolta? Surgem logo professores, pais e alunos a desculpar os alunos? Indignados? Onde estavam , quando o professor fazia as participações? Que palavras de apoio lhe dirigiram? Ou cochichavam pelos cantos, contando os problemas psicológicos?

Um professor deixa escrito

'Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio'

e já todos fogem ds responsabilidades?

E já todos arranjam desculpas de mau pagador: os professores, indignados, que o colega era psicologicamente frágil ( e se somos fortes, temos que aceitar o desrespeito frequente de alguns alunos?); os alunos, indignados, que nem pensar , eles são uns santinhos, uns exemplos; os pais, indignados, que os filhos deles, nem pensar, são uns anjos...

Um professor deixa escrito

'Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio'.

São as palavras mais tristes que um professor podia escrever... de tão doídas e solitárias...

quinta-feira, 11 de março de 2010

Economia recuou 1% no último trimestre de 2009... e não irá recuar ainda mais?

Eu não sei, não sou economista, mas alguém me explique que eu não entendo, como pode a economia de um país crescer, se se retira continuamente aos cidadãos poder de compra DE TODAS AS MANIERAS E FEITIOS!!! É que eu não consigo entender...

E como podem os Governantes ficar contentes com essas decisões???

sexta-feira, 5 de março de 2010

Conspiração no Governo - in SOl

Mas não se passou, não se passa nada!...

E o PM faz jogging em Moçambique... para lutar contra faces ocultas... e continua a não se passar nada.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Contra o Acordo Ortográfico


Afinal os cidadãos portugueses não estão apáticos...

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Acordo ortográfico - opinião de Octávio Santos - e eu também sou contra o acordo


Ainda também não percebi por que razão certos jornais andam tão lestos a divulgar um acordo ortográfico e a escrever segundo um acordo bizarro, no mínimo, até porque já não ha maneira de uniformizar as línguas dos vários territórios de língua portuguesa, felizmente, pois significa que a língua evoluiu em diferentes territórios de acordo com conjunturas várias, e está bem viva e recomenda-se. O acordo é uma fantasia, nem sequer é a ortografia que separa as variantes da língua portugesa ... e porque tinha que ser toda formatada, porquê???

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Tragédia na Madeira prevista ... há 25 anos e 2 anos



O editorial do "Público" também traz um texto escrito há 25 anos, com previsão semelhante, que podia ter sido escrito no domingo passado... mas o progresso....o progresso...

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

José Sócrates pressionou o director do "Expresso" para não publicar notícia sobre licenciatura

E depois querem que acreditemos neles...

... quando dizem que os impostos não vão aumentar até 2013...

ou quando dizem que não estão a ponderar aumento da reforma até aos 67 ...

ou quando dizem que não sabem nada de nada acerca de nada nem de ninguém...

etc. etc. etc...

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Providência cautelar tenta impedir publicação de mais escutas no semanário "Sol"

Então as escutas não têm nada de extraordinário?

Por que razão é então este nervoso miudinho, esta providência cautelar para a sua não publicação?

Os boys continuam de serviço...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Face oculta

Afinal já se percebeu melhor por que razão o PS, o secretário-geral do mesmo e afins saíram a terreiro a clamar contra as escutas do caso "face oculta"...
Afinal o juiz de Aveiro sabia bem o que fazia...
Afinal o PM de Portugal, seus ministros e gente que o rodeia não convive nada bem com a liberdade de imprensa... e tinha um plano...
Afinal percebe-se agora as suas afinidades com a Venezuela de Chávez ou com o Chávez da Venezuela...
Afinal vivemos num país estranho ...
Nota: só estou a comentar a notícia do SOL...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O fim da linha - Mário Crespo

O Fim da Linha

Mário Crespo

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicacado hoje (1/2/2010) na imprensa.

ADENDA minha:

http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=161455

Mário Crespo abandona colaboração com JN

O Jornal de Notícias recusou publicar um texto de opinião onde Mário Crespo relata um encontro entre Sócrates, Lacão, Silva Pereira e um executivo de televisão, onde Crespo foi referido como um «problema» que tinha de ter «solução». O jornalista contou ao SOL que vai deixar de colaborar com o diário
(...)Questionado sobre as razões para a não publicação, Mário Crespo refere que «não houve uma explicação plausível», por parte do director do jornal. Perante esta situação, o jornalista da SIC decidiu cessar a colaboração com o JN.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Professores - autoridade pública... em Espanha

Madrid dará al maestro rango de autoridad pública

"Los docentes serán autoridad pública en la Comunidad de Madrid. Es una de las medidas que introducirá la futura Ley de Autoridad del Profesor que la presidenta madrileña, Esperanza Aguirre, va a anunciar mañana en la cámara regional, según fuentes de su Ejecutivo, y cuyo texto llevará al hemiciclo en las próximas semanas. La iniciativa de elevar el rango de los maestros ya la asumió el año pasado la Comunidad Valenciana y existe también, aunque sólo para los directores de los centros escolares, en Cataluña, desde hace unos meses. En el caso de Madrid persigue el objetivo de reforzar la figura del maestro. Al ser reconocidos como autoridad pública, los profesores -al igual que jueces, policías, médicos o los pilotos y marinos al mando de una nave- cuentan con una protección especial. La agresión a uno de ellos está tipificada por el Código Penal como atentado contra la autoridad en los artículos 550 a 553, que recogen penas de prisión de dos a cuatro años.(...)"

Para quem tem alguma rejeição à língua de Cervantes, eis a tradução de dois parágrafos:


"Ao serem reconhecidos como autoridade pública, os professores - tal como os juízes, polícias, médicos e pilotos e comandantes de navios - contam com uma protecção especial. A agressão a um professor está tipificada pelo Código Penal como atentado contra a autoridade"

"Além de serem autoridade pública, têm presunção da verdade, o que significa que a sua palavra tem mais valor do que a de outro cidadão"

(recebido via mail)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Afinal a gripe A...

... ao que por aí pelo mundo consta foi o maior escândalo global de que há memória neste século ( que ainda é uma criança!).

Já não acreditávamos na justiça , nem nos políticos... agora, daqui em diante, vamos acreditar em quem?

Um dia destes, quando houver um problema sério de saúde, quem vai acreditar nos avisos?

sábado, 9 de janeiro de 2010

Acordo ou entendimento - professores... e não só


Estava eu a pensar dizer aqui duas coisas sobre o resultado das negociações do Ministério da Educação/Sindicatos, quando dou com este cartoon no "Público" de hoje, 9 de Janeiro de 2010 . E aí está, nem mais nem menos o que eu penso.

Entretanto, o casamento entre homossexuais foi aprovado na Assembleia da República. Muito se diz, muito não se diz, muitos contestam, alguns aprovam. Nos espaços de Opinião Pública muitos se incomodam com a vida dos outros, mostram preconceitos que nem as leis suavizam. Com os divórcios e leis sobre o aborto é a mesma coisa, embora as leis não se pareçam. Só não apedrejam ou atiram (ainda) as pessoas para a fogueira, porque se dizem de brandos costumes. Mas a letra escarlate ainda se lê em muitas mentes, nos olhares, mesmo que o não digam em voz alta, mesmo que, ao seu lado essas realidades sempre tenham existido, inclusive no seio das próprias famílias. Alguns, para afastar dúvidas e alguma que outra desconfiança, são os mais acérrimos acusadores. Há quem viva num mundo à parte, há quem feche os olhos e, se não vir, a realidade não existe.

Pelo mundo, o fantasma do terrorismo renasce. Para o combater, ressurgem as ideias das "vistorias" minuciosas a cada pessoa que deseje ou precise de andar de avião e os scanners apareceram prontinhos a "disparar". Ninguém se preocupa com a privacidade própria e dos outros. Falem em (in)segurança e (quase) todos estão dispostos a prescindir dos seus mais elementares direitos, ainda que já saibam que através dos scanners nem tudo se vê nem prevê nem remedeia nem evita. Mas o mundo está fsacinadao com o novo "brinquedinho".

As guerras não terminam nunca. O homem tem um poder extraordinário de ser um exterminador implacável. Nem aquecimento global, nem doenças, nem poluição, nem epidemias!... O homem, ele só, consegue destruir-se a si e aos outros com extrema perícia... se vir o brilho do ouro ou o negrume do ódio. As últimas notícias registam a morte do treinador adjunto, Abalo Amétélé e o director de comunicação, Stanislas Ocloo ( selecção de futebol do Togo), que tinham sofrido um ataque da FLEC no enclave de Cabinda, quando se dirigiam para o campeonato das nações africanas.

sábado, 2 de janeiro de 2010