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sábado, 17 de março de 2012

Limpar? ou antes: NÃO sujar?

Cada vez que vou à janela que dá para a Escola C+S de S. Miguel ( Guarda), tenho vontade de escrever sobre este assunto. Fui adiando.

Hoje , vi este "anúncio" na revista Fugas do jornal Público ( Sábado, dia 18 de Março).



Apoio, aprovo, acho muito bem.

Mas interrogo-me:

Afinal ...

Para que servem as campanhas de sensibilização em instituições várias?

Para que servem os esforços de Professores e outros que passam o tempo a alertar para este problema, para a necessidade de NÃO FAZER LIXO,  seja ele de que espécie for, pelo nosso planeta, pelo nosso país, pela nossa terra, pela nossa rua, pela nossa Escola?

Para que servem as campanhas de limpeza em praias, em florestas, rios, em ... tudo o que é sítio?

Para quê?

Se, afinal, por mais campanhas de sensibilização e campanhas de limpeza que haja, o lixo continua a acumular-se OUTRA VEZ  nas mesmas praias, nas mesmas florestas, nas mesmas margens, nos mesmos rios, nos mesmos lugares?... para se voltarem OUTRA VEZ  a organizar grupos muito belos, muito bonitos, muito empenhados para limpar?

Não seria mais eficaz impedir que NÃO  se sujasse, que NÃO se atirasse lixo para o canto do jardim, quando há ali ao lado um recipiente para o efeito? Não seria mais eficaz EXIGIR  que NÃO se sujasse? Ou, como virá depois de nós alguém que vai limpar, estamos autorizados sempre a lançar o lixo para onde nos dá mais jeito? E não são só os jovens, crianças que procedem assim, toda a gente faz isso: "acampam" num sítio para lanchar e o lugar fica logo uma miséria, ( salvo raríssimas excepções) quem vier depois de nós, que se lixe...

Vêem estas considerações a propósito do que está à vista, todos os dias, a toda a hora ( os técnicos de higiene das empresas de limpeza fazem o que podem ao longo da estrada, mas o lixo pode mais que eles), no caminho para a Escola atrás referida, ao lado da Escola, como se pode comprovar por estas fotos registadas há minutos. E amanhã, voltará a estar assim... E eu não acredito, não quero acreditar que os alunos que todos os dias ali passam e, mais uma vez, contribuem para o lixo ali acumulado, não tenham NUNCA ou em casa ou na Escola ouvido dizer que NÃO  se deita o lixo para o chão...

Como se pode pôr fim a este flagelo? Toda a gente sabe a teoria, mas a prática deixa muito a desejar...




quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Mensagem de uma Ministra da Educação



e respectiva avaliação recebida por mail

Então, vou proceder à avaliação (já que está tao na moda) deste lindo discurso (escala de 0 a 20):

- organização e estrutura: 13
- enquadramento do tema: 9
- fluência do discurso: 8
- qualidade do conteúdo técnico/científico: 5
- adaptação do discursos à realidade: 1
- influência que este vídeo terá nos alunos: -3
- influência que este vídeo terá nos professores - nao há pontuação, mas talvez muitos pensem em interná-la numa instituição de saúde (mental)

sexta-feira, 12 de março de 2010

Professor suicida-se cansado da indisciplina dos alunos

Este título correu por todos os jornais e telejornais. Ninguém se arrepiou? NInguém pára para reflectir sobte um acto destes, sobre as causas que levaram a um acto destes?

Um professor deixa escrito

'Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio', (lê-se numa das notas do seu diário.in Correio da Manhã)

e ninguém se revolta? Surgem logo professores, pais e alunos a desculpar os alunos? Indignados? Onde estavam , quando o professor fazia as participações? Que palavras de apoio lhe dirigiram? Ou cochichavam pelos cantos, contando os problemas psicológicos?

Um professor deixa escrito

'Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio'

e já todos fogem ds responsabilidades?

E já todos arranjam desculpas de mau pagador: os professores, indignados, que o colega era psicologicamente frágil ( e se somos fortes, temos que aceitar o desrespeito frequente de alguns alunos?); os alunos, indignados, que nem pensar , eles são uns santinhos, uns exemplos; os pais, indignados, que os filhos deles, nem pensar, são uns anjos...

Um professor deixa escrito

'Se o meu destino é sofrer, dando aulas a alunos que não me respeitam e me põem fora de mim, não tendo outras fontes de rendimento, a única solução apaziguadora será o suicídio'.

São as palavras mais tristes que um professor podia escrever... de tão doídas e solitárias...

domingo, 31 de janeiro de 2010

Professores - autoridade pública... em Espanha

Madrid dará al maestro rango de autoridad pública

"Los docentes serán autoridad pública en la Comunidad de Madrid. Es una de las medidas que introducirá la futura Ley de Autoridad del Profesor que la presidenta madrileña, Esperanza Aguirre, va a anunciar mañana en la cámara regional, según fuentes de su Ejecutivo, y cuyo texto llevará al hemiciclo en las próximas semanas. La iniciativa de elevar el rango de los maestros ya la asumió el año pasado la Comunidad Valenciana y existe también, aunque sólo para los directores de los centros escolares, en Cataluña, desde hace unos meses. En el caso de Madrid persigue el objetivo de reforzar la figura del maestro. Al ser reconocidos como autoridad pública, los profesores -al igual que jueces, policías, médicos o los pilotos y marinos al mando de una nave- cuentan con una protección especial. La agresión a uno de ellos está tipificada por el Código Penal como atentado contra la autoridad en los artículos 550 a 553, que recogen penas de prisión de dos a cuatro años.(...)"

Para quem tem alguma rejeição à língua de Cervantes, eis a tradução de dois parágrafos:


"Ao serem reconhecidos como autoridade pública, os professores - tal como os juízes, polícias, médicos e pilotos e comandantes de navios - contam com uma protecção especial. A agressão a um professor está tipificada pelo Código Penal como atentado contra a autoridade"

"Além de serem autoridade pública, têm presunção da verdade, o que significa que a sua palavra tem mais valor do que a de outro cidadão"

(recebido via mail)

sábado, 9 de janeiro de 2010

Acordo ou entendimento - professores... e não só


Estava eu a pensar dizer aqui duas coisas sobre o resultado das negociações do Ministério da Educação/Sindicatos, quando dou com este cartoon no "Público" de hoje, 9 de Janeiro de 2010 . E aí está, nem mais nem menos o que eu penso.

Entretanto, o casamento entre homossexuais foi aprovado na Assembleia da República. Muito se diz, muito não se diz, muitos contestam, alguns aprovam. Nos espaços de Opinião Pública muitos se incomodam com a vida dos outros, mostram preconceitos que nem as leis suavizam. Com os divórcios e leis sobre o aborto é a mesma coisa, embora as leis não se pareçam. Só não apedrejam ou atiram (ainda) as pessoas para a fogueira, porque se dizem de brandos costumes. Mas a letra escarlate ainda se lê em muitas mentes, nos olhares, mesmo que o não digam em voz alta, mesmo que, ao seu lado essas realidades sempre tenham existido, inclusive no seio das próprias famílias. Alguns, para afastar dúvidas e alguma que outra desconfiança, são os mais acérrimos acusadores. Há quem viva num mundo à parte, há quem feche os olhos e, se não vir, a realidade não existe.

Pelo mundo, o fantasma do terrorismo renasce. Para o combater, ressurgem as ideias das "vistorias" minuciosas a cada pessoa que deseje ou precise de andar de avião e os scanners apareceram prontinhos a "disparar". Ninguém se preocupa com a privacidade própria e dos outros. Falem em (in)segurança e (quase) todos estão dispostos a prescindir dos seus mais elementares direitos, ainda que já saibam que através dos scanners nem tudo se vê nem prevê nem remedeia nem evita. Mas o mundo está fsacinadao com o novo "brinquedinho".

As guerras não terminam nunca. O homem tem um poder extraordinário de ser um exterminador implacável. Nem aquecimento global, nem doenças, nem poluição, nem epidemias!... O homem, ele só, consegue destruir-se a si e aos outros com extrema perícia... se vir o brilho do ouro ou o negrume do ódio. As últimas notícias registam a morte do treinador adjunto, Abalo Amétélé e o director de comunicação, Stanislas Ocloo ( selecção de futebol do Togo), que tinham sofrido um ataque da FLEC no enclave de Cabinda, quando se dirigiam para o campeonato das nações africanas.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Afinal o PS sempre anda em guerra com os professores

Entrevista

“Paz com professores vai sair muito cara ao país”

Bruno Proença e Madalena Queirós
31/08/09 00:05

Maria de Lurdes Rodrigues diz que a oposição erra ao tentar “comprar a paz com os professores”.

Durante toda a entrevista, Maria de Lurdes Rodrigues manteve a determinação que lhe é reconhecida e que os opositores, nomeadamente os sindicatos, caracterizam de teimosia. A ministra da Educação fez o balanço do mandato e respondeu aos críticos dentro do PS. Quanto às promessas da oposição, avisa: "Estão a comprar a paz com os professores por um preço que o país não pode pagar".

http://economico.sapo.pt/noticias/paz-com-professores-vai-sair-muito-cara-ao-pais_68511.html

1) Afinal chegamos todos à conclusão ( que já sabíamos há muito) que a Ministra da Educação e o PS , durante estes quatro anos "compraram" uma guerra com os professores.

2) Têm-lhes tanta raiva que até se revoltam todos por haver alguém que queira fazer a paz com eles...

segunda-feira, 15 de junho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Adieu Monsieur le Professeur

Este vídeo NÃO foi patrocinado pelo Ministério da Educação. (Recebido por mail do Manuel Sanches)

Adieu Monsieur Le Professeur

Star Academy

Les enfants font une farandole

Et le vieux maître est tout ému :

Demain, il va quitter sa chère école.

Sur cette estrade, il ne montera plus.

Refrain Adieu, monsieur le professeur.

On ne vous oubliera jamais

Et tout au fond de notre coeur,

Ces mots sont écrits à la craie.

Nous vous offrons ces quelques fleurs

Pour dire combien on vous aimait.

On ne vous oubliera jamais.

Adieu, monsieur le professeur.

Une larme est tombée sur sa main.

Seul, dans la classe, il s'est assis.

Il en a vu défiler, des gamins

Qu'il a aimés tout au long de sa vie.

Refrain

De beaux prix sont remis aux élèves.

Tous les discours sont terminés.Sous le préau, l'assistance se lève.

Une dernière fois les enfants vont chanter :

Refrain

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Manifestação Professores

Si estirem tots, ella caurà
I molt de temps no pot durar :
Segur que tomba, tomba, tomba !
Ben corcada deu ser ja.
Si tu l'estires fort per aquí
I jo l'estiro fort per allà,
Segur que tomba, tomba, tomba
I ens podrem alliberar.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Encontro na Póvoa de Varzim






































Encontro
Tempo de ouvir

tempo de falar

tempo de chegar atrasado

tempo para apanhar ar

tempo para mais uma chávena de chá (!)

tempo de dizer "até breve!"

quinta-feira, 19 de março de 2009

tão competentes...

... que, afinal eles eram/foram...

Educação: Governo aprova trabalho voluntário de professores reformados nas escolas19 de Março de 2009, 15:58
Lisboa, 19 Mar (Lusa) - O Governo aprovou hoje em Conselho de Ministros um decreto-lei que abre a possibilidade aos professores reformados de realizarem trabalho voluntário nas escolas, garantindo que o normal recrutamento de docentes não será afectado por este regime.
“Estabelece-se como imperativo o pressuposto nos termos do qual o desenvolvimento das actividades de voluntariado não poderá em caso algum importar a substituição dos recursos humanos considerados necessários à prossecução das normais actividades da escola”, lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/9454802.html

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Professores recrutados como voluntários



Esta ideia - de recrutar os professores reformados como voluntários para voltar à Escola - é , no mínimo, bizarra. Podia dizer diabólica, insultuosa, louca...

A senhora Ministra da Educação e os seus dois Secretários de Estado espezinharam/espezinham, humilham, de todas as maneiras e feitios, os professores, repetem de modos diversos que os professores, em particular, os mais velhos , nunca fizeram nada, nunca foram avaliados, enxovalham-nos de tal forma que , mesmo sendo penalizadíssimos, acabam/acabaram por recorrer à aposentação como meio de fugir à estapafúrdia onda de leis atrás de leis e para manterem alguma sanidade mental em todo este processo e , agora, surge esta ideia de fazer voltar às Escolas os professores que eles "expulsaram" ? Como se pode qualificar uma acção destsa? Com que intuito se imaginaria uma hipótese destas? Quanto se pouparia? Quantos professores desempregados continuariam sem emprego?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

domingo, 21 de dezembro de 2008

Declarações de Paulo Guinote ao Semanário Sol

O recuo em pontos como a ponderação dos resultados escolares dos alunos na avaliação dos professores (até considerada essencial pelo Governo) traduz-se em seu entender numa descaracterização do modelo do Ministério?
Sim, para mim neste momento, para além do aparato burocrático que ainda permanece, do modelo original do ME já desapareceu parte essencial da substâncias. Aliás, considero mesmo que o DR só não foi revogado por pura teimosia e receio de isso ser considerado pela opiniãp pública como uma derrota completa.

O que é que resta desse modelo, depois das simplificações anunciadas para este ano lectivo e da anunciada disponibilidade do Governo para o rever no próximo ano?
Resta principalmente um sistema de avaliação ainda carregado de formalismo e que, de vez, deixou de conter alguns dos seus elementos emblemáticos iniciais. Para além de disso, para ser exequível, acabou por prescindir, se os docentes assim o pretenderem, da avaliação mais importante, a da componente científico-pedagógica. Esta última medida de simplificação, aliada às novas regras de delegação de competências dos avaliadores, é uma admissão implícita do erro que marcou o modelo desde o início, ou seja, das regras do concurso para professor-titular.
Faz sentido, depois destas simplificações e de haver excepções para a avaliação (caso dos professores em condições para pedir a reforma até 2011 e dos professores das áreas técnicas e profissionais), continuar a falar num modelo de avaliação como se ele estivesse intacto?
Não faz sentido algum. É minha convicção que neste momento o modelo de avaliação deixou de existir enquanto tal. É um mero simulacro, do qual resta a parte acessória. Afirmar que o modelo existe só interessa a quem tenha interesse político em fazer-nos acreditar nessa ficção..
O anúncio destas situações de excepção para alguns professores, do aumento dos suplementos remuneratórios dos dirigentes escolares e da criação de «alguns milhares de vagas» para professores contratados pode criar divisões entre a classe docente? Será essa a estratégia do Governo?
Não penso que essas medidas alterem significativamente a posição de muitos docentes. A estratégia de divisão do Governo passa por aí, mas essas medidas apenas visam dar algo a quem tem como obrigação hierárquica implementar o modelo de avaliação (dirigentes) e fazer entrar nos quadros mão-de-obra barata para substituir os muitos milhares de professores que se têm aposentado.

in
http://educar.wordpress.com/2008/12/21/nao-combinamos-nada/

Entretanto,
Professores entregam segunda-feira maior abaixo assinado de sempre
A Plataforma Sindical de Professores entrega segunda-feira no Ministério da Educação (ME) «o maior abaixo-assinado de sempre» de docentes, a exigir a suspensão do processo de avaliação de desempenho e o fim da divisão da carreira em duas categorias
( sol -sapo- online)

sábado, 13 de dezembro de 2008

Como se tornar um docentezeco - livro de Antero





O livro do Antero http://antero.wordpress.com é um documento cheio de humor que ficará como um marco na História da Luta dos Professores...


Para encomendar

- aqui http://antero.wordpress.com/o-livro/

Também há postais bem-humorados...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Nesse ano de 2008 tudo tinha sido diferente.

Nesse ano de 2008 tudo tinha sido diferente.
Entrei em casa com passos arrastados de orgulhoso cansaço apesar daquela pequenita incomodidade, de um certo vazio, de uma certa incompletude … Seria da lassidão resultante da empresa…
Sentei-me à lareira e, em exercício de vaidade, trouxe ao pensamento a imagem do meu presépio...
Desta vez, só havia razões para me orgulhar. Nada de abrir em família as mesmíssimas caixas das figurinhas coleccionadas ano a ano, algumas já esborceladas, nada da agitação datada de 8 de Dezembro, nada de problemas porque o musgo não é quanto baste, nada das mesmas palhinhas de centeio a cheirar a seara… Conseguira até evitar a tradicional querela de quem ia colocar a estrela sobre a cabana …nada de flocos de neve ao acaso… Tudo tinha sido pensado com tempo, planificado ao pormenor, levado a um rigor que, a certa altura, senti enfermiço.
As figuras, num requinte quase snob, eram de design, as palhinhas tinham sido adornadas com pontinhas de ouro, a aldeia encomendada a arquitecto… A proporção, o equilíbrio, a harmonia, a perfeição de uma obra renascentista! Ao fundo, o rebanho pastava em “áurea mediocritas”, o fumo das chaminés dos lares apaziguados cumpria o “locus amenus”, os cânticos pairavam comedidamente em HiFi , a estrela tremeluzia numa suspensão cientificamente calculada e as ribeirinhas cantavam em movimento tecnológico…
O sono a querer apoderar-se de mim…
No meu presépio, nesse ano, não caía neve. Mudados os tempos, mudava-se o Natal e, com o aquecimento global, já não nevava em Belém. Tudo, tudinho, tudíssimo estudado ao detalhe. O esforço tinha realmente valido a pena. Lembro-me de me recostar no sofá, exausta, contente, vaidosa apesar daquela pequenita incomodidade, de um certo vazio, de uma certa incompletude … Seria da lassidão resultante da empresa…
Nessa noite de 2008, sentei-me na cama de sopetão, arregalei os olhos no escuro da minha presunção, o coração saltou-me no peito num enorme novelo de espanto… Com tanto plano, com tanto design e tanta ostentação, tinha-me esquecido do Menino!
Etelvina Pinto
Publicado no jornal Esalpicos da Escola Secundária Amato Lusitano, Castelo Branco
Dezembro de 2008