domingo, 16 de março de 2008

Entrevista a Mário Nogueira - Correio da Manhã

Ler na íntegra em
http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=281805&idselect=229&idCanal=229&p=200

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- Aceitavam que começasse no início do próximo ano lectivo?
- Exactamente. Para que as escolas fossem avançando por si na reflexão e aprovação dos instrumentos e no outro ano começasse em regime experimental.

- Como propôs o socialista António Vitorino?
- O que o doutor António Vitorino disse tem toda a lógica. Primeira era experimental e depois corrigia-se. Muitos dos académicos e especialistas da avaliação consideram que é também aventureirista avançar com a avaliação generalizada a 150 mil professores sem ter havido um teste.

- Não houve experiência nenhuma?
- Nada. Ninguém sabe se, por exemplo, aquelas fichas com aquelas ponderações têm ou não efeitos perversos, o que é que significam no fim da avaliação. A senhora ministra tem afirmado, e muito bem, que não há modelos de avaliação perfeitos. É certo. Agora, ninguém sabe o grau de imperfeição deste. E é um bocado aventureirista e até revela uma falta de responsabilidade avançar com um modelo generalizado, um modelo que até pode ter efeitos perversos na forma como as classificações vão ser feitas. E isto porque ninguém experimentou, eles não experimentaram.

- Não de pode emendar depois de entrar em prática?
- Mas vão fazer o quê se isso acontecer? Andar a remediar, andar a remendar, andar a anular?
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